Em um projeto que tenha como tema "gírias", os professores de Artes poderiam juntamente com os professores de Língua portuguesa fazer com que os alunos produzam pinturas que tenham como objeto as gírias usadas por eles no dia a dia. Um aluno poderá utilizar, por exemplo, a gíria "tá ligado" e pintar uma tela que tenha como significado essa gíria. Em seguida, poderiam elaborar uma exposição para que todos na escola possam visitá-la.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Roteiro final
4° Seminário
de Práticas Educativas
Polo: Belford
Roxo
Grupo - Gírias: falô, giro!
1) O que
queremos saber?
·
Qual a origem das gírias?
·
Por que as pessoas gostam de usar gírias?
·
Por que elas passam com facilidade?
·
Qual a importância social das gírias?
·
Será que ainda há preconceito em relação ao seu uso?
·
Qual é o limite para o uso das gírias?
·
As pessoas antigas também falam gírias?
·
Existem gírias antigas que são utilizadas atualmente?
·
Quais são as gírias do momento?
2) O que sabemos sobre o assunto?
·
As
gírias são termos usados por diferentes grupos sociais e que se espalham muito
rápido, tornando a comunicação mais ágil.
3) Qual o contexto?
·
O uso
excessivo no dia a dia e o prazer que as pessoas têm ao usar gírias.
4) O que precisamos fazer
para investigar o que queremos saber?
·
Observar
a comunicação entre as pessoas, fazer entrevistas, pesquisar vídeos e imagens.
5) Que áreas de conhecimento nos ajudam a saber mais sobre o que
queremos saber?
·
Língua
Portuguesa, História, Geografia e Artes.
6) Quais tecnologias usaremos para buscar publicar informações sobre o
assunto que queremos saber?
·
Internet,
livros didáticos, revistas, tirinhas, músicas e vídeos.
Essas são alguma gírias faladas em comunidades
Dae ermão, os mano tão vazano pq os zome tão meteno bala im nois...
Vô chama os rapa e as mina pra gente vaza desse beco...
Falô... tô vazano... agente se vê pelas quebrada!!!
Fui!!!!!!!!!!!!
Um salve pra tu!!!!
Movéis Planejados Arca da Aliança12 de setembro de 2012 16:37
À Beça = muito
Boa pinta = gente boa, elegante
Botar pra quebrar = arrebentar
Chapa = amigo
Chato de galocha = pessoa chata
Grilado = preocupado
Joia = legal, bonito
Pega leve = deixe fácil
Sacou = tá ligado
Tutu = dinheiro
Xuxu beleza = tudo Ok, tudo certo
Amigo da onça = traidor
Mandar brasa = vai em frente
Sebo nas canelas = ande rápido
Lero - lero = enrolação
Gírias do momento
Vai na boa, as minas pira!
Eu quero tchu, eu quero tcha!
Piriguete
Vô chama os rapa e as mina pra gente vaza desse beco...
Falô... tô vazano... agente se vê pelas quebrada!!!
Fui!!!!!!!!!!!!
Um salve pra tu!!!!
Movéis Planejados Arca da Aliança12 de setembro de 2012 16:37
As gírias que as pessoas mais antigas falavam:
Cabulando = matando aula
À Beça = muito
Boa pinta = gente boa, elegante
Botar pra quebrar = arrebentar
Chapa = amigo
Chato de galocha = pessoa chata
Grilado = preocupado
Joia = legal, bonito
Pega leve = deixe fácil
Sacou = tá ligado
Tutu = dinheiro
Xuxu beleza = tudo Ok, tudo certo
Amigo da onça = traidor
Mandar brasa = vai em frente
Sebo nas canelas = ande rápido
Lero - lero = enrolação
De boa
Vai na boa, as minas pira!
Eu quero tchu, eu quero tcha!
Piriguete
Partilhar Poemas -> Alegria : Entre gírias e ditados.
Autor: Luis Dilmar Roggia
Vou virando o balde
Vou chutando lata
Vou dando murro em ponta de faca
Deixando a vida me levar
Entre trancos e barrancos
Empurrando ladeira abaixo
Que nem porco cabisbaixo
Para ver se pega no tranco
Até a outra ponta do arco-íris
que nem cavalo manco
E se água mole em pedra dura
Tanto bate até que fura
Eu danço conforme a música
Porém, se macaco velho
Não bota a mão na cumbuca
E se brasa encoberta
É a que mais queima
Eu sigo o que diz os ditados
A dor ensina a gemer
E como gosto de escrever
Fiz alguns versos rimados.
Pra vocês.
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=182168#ixzz26vlAiGCE
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Vou chutando lata
Vou dando murro em ponta de faca
Deixando a vida me levar
Entre trancos e barrancos
Empurrando ladeira abaixo
Que nem porco cabisbaixo
Para ver se pega no tranco
Até a outra ponta do arco-íris
que nem cavalo manco
E se água mole em pedra dura
Tanto bate até que fura
Eu danço conforme a música
Porém, se macaco velho
Não bota a mão na cumbuca
E se brasa encoberta
É a que mais queima
Eu sigo o que diz os ditados
A dor ensina a gemer
E como gosto de escrever
Fiz alguns versos rimados.
Pra vocês.
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=182168#ixzz26vlAiGCE
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Quem nunca disse uma gíria, que atire a primeira pedra! rsrsrs
GÍRIAS
(Autor: Antonio Brás Constante)
Quem nunca disse uma gíria, que fale alguma agora ou cale-se para sempre. Calma, não estou rogando nenhuma praga, apenas querendo dizer que as gírias fazem parte de nossas vidas. Estão por toda parte, aparecendo novas expressões a todo o momento.
Tudo pode virar gíria. Elas existem assim como os apelidos para que as pessoas possam chamar de forma diferente: objetos, fatos e outras pessoas. Que apesar de possuírem seu próprio nome, por um acaso do destino, acabam ganhando este jeito “novo” de serem chamadas e reconhecidas.
Como exemplo, podemos citar a cerveja, que no passar dos anos, foi intitulada de: loira, ceva, boa, gelada entre outras.
As gírias em geral são facilmente entendidas, pois são introduzidas gradualmente em nosso meio. Mas se por acaso pegássemos uma pessoa totalmente isolada do mundo por algumas décadas e falássemos com ela utilizando gírias, poderiam ocorrer equívocos de interpretação.
Pensem nesse indivíduo escutando que um rapaz estava “azarando” a moça na escola. Provavelmente iria imaginar que o referido jovem estava torcendo para que a tal moça tropeçasse em algo ou que estourasse a caneta no meio de seu caderno, porque para ele “azarar” seria torcer contra e não “paquerar”.
Outra gíria que poderia ser mal interpretada é o tal “toque” do celular - aliás, no meu tempo dar um toque em alguém, era dar uma dica sobre algo, para o sujeito se “tocar” sobre algum fato do qual ele não estava muito por dentro –, mas voltando ao celular, a primeira coisa que se pensaria era que os jovens andavam se “cutucando” (sabe-se lá aonde) com seus aparelhos.
Pior ainda seria se escutasse que fulano iria mandar um “torpedo” para uma “mina”. Entraria em pânico, acreditando se tratar de um ataque terrorista.
Brincadeiras à parte, as gírias servem de certa forma para personalizar o jeito como chamamos algo, deixando-o na “moda”. Chega como uma novidade, se transforma em pronúncia corriqueira e por fim acaba no dicionário para não cair no total esquecimento.
(Autor: Antonio Brás Constante)
Quem nunca disse uma gíria, que fale alguma agora ou cale-se para sempre. Calma, não estou rogando nenhuma praga, apenas querendo dizer que as gírias fazem parte de nossas vidas. Estão por toda parte, aparecendo novas expressões a todo o momento.
Tudo pode virar gíria. Elas existem assim como os apelidos para que as pessoas possam chamar de forma diferente: objetos, fatos e outras pessoas. Que apesar de possuírem seu próprio nome, por um acaso do destino, acabam ganhando este jeito “novo” de serem chamadas e reconhecidas.
Como exemplo, podemos citar a cerveja, que no passar dos anos, foi intitulada de: loira, ceva, boa, gelada entre outras.
As gírias em geral são facilmente entendidas, pois são introduzidas gradualmente em nosso meio. Mas se por acaso pegássemos uma pessoa totalmente isolada do mundo por algumas décadas e falássemos com ela utilizando gírias, poderiam ocorrer equívocos de interpretação.
Pensem nesse indivíduo escutando que um rapaz estava “azarando” a moça na escola. Provavelmente iria imaginar que o referido jovem estava torcendo para que a tal moça tropeçasse em algo ou que estourasse a caneta no meio de seu caderno, porque para ele “azarar” seria torcer contra e não “paquerar”.
Outra gíria que poderia ser mal interpretada é o tal “toque” do celular - aliás, no meu tempo dar um toque em alguém, era dar uma dica sobre algo, para o sujeito se “tocar” sobre algum fato do qual ele não estava muito por dentro –, mas voltando ao celular, a primeira coisa que se pensaria era que os jovens andavam se “cutucando” (sabe-se lá aonde) com seus aparelhos.
Pior ainda seria se escutasse que fulano iria mandar um “torpedo” para uma “mina”. Entraria em pânico, acreditando se tratar de um ataque terrorista.
Brincadeiras à parte, as gírias servem de certa forma para personalizar o jeito como chamamos algo, deixando-o na “moda”. Chega como uma novidade, se transforma em pronúncia corriqueira e por fim acaba no dicionário para não cair no total esquecimento.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
De onde se originaram as gírias? Por que as pessoas usam gírias?
EXPRESSÕES, GÍRIAS, JARGÕES, ENFIM, O FOLCLORE BRASILEIRO!
Assista e saiba mais sobre o assunto e algumas explicações, muito engraçadas.
A gíria é um fenômeno de linguagem especial usada por certos grupos sociais pertencentes a uma classe ou a uma profissão em que se usa uma palavra não convencional para designar outras palavras formais da língua com intuito de fazer segredo, humor ou distinguir o grupo dos demais criando um jargão próprio.
Assim como uma expressão idiomática, é uma palavra que se caracteriza por não ser possível identificar seu significado através de seu sentido literal. Por causa disso, também não é possível traduzi-la para outra língua de modo literal. Essas palavras geralmente se originam da cultura e peculiaridades de cada região.
domingo, 16 de setembro de 2012
Bezerra da Silva - exemplo de gíria carioca
A Giria é a Cultura do Povo
Toda hora tem gíria no asfalto e no morro
porque ela é a cultura do povo
Pisou na bola conversa fiada malandragem
Mala sem alça é o rodo, tá de sacanagem
Tá trincado é aquilo, se toca vacilão
Tá de bom tamanho, otário fanfarrão
Tremeu na base, coisa ruim não é mole não
Tá boiando de marola, é o terror alemão
Responsa catuca é o bonde, é cerol
Tô na bola corujão vão fechar seu paletó
"Toda hora tem gíria...
Se liga no papo, maluco, é o terror
Bota fé compadre, tá limpo, demorou
Sai voado, sente firmeza, tá tranquilo
Parei contigo, contexto, baranga, é aquilo
Tá ligado na fita, tá sarado
Deu bode, deu mole qualé, vacilou
Tô na área, tá de bob, tá bolado
Babou a parada, mulher de tromba, sujou
"Toda hora tem gíria...
Sangue bom tem conceito, malandro e o cara aí
Vê me erra boiola, boca de sirí
Pagou mico, fala sério, tô te filmando
É ruim hem! O bicho tá pegando
Não tem caô, papo reto, tá pegado
Tá no rango mané, tá lombrado
Caloteiro, carne de pescoço, paga pau
Tô legal de você sete-um, gbo, cara de pau
porque ela é a cultura do povo
Pisou na bola conversa fiada malandragem
Mala sem alça é o rodo, tá de sacanagem
Tá trincado é aquilo, se toca vacilão
Tá de bom tamanho, otário fanfarrão
Tremeu na base, coisa ruim não é mole não
Tá boiando de marola, é o terror alemão
Responsa catuca é o bonde, é cerol
Tô na bola corujão vão fechar seu paletó
"Toda hora tem gíria...
Se liga no papo, maluco, é o terror
Bota fé compadre, tá limpo, demorou
Sai voado, sente firmeza, tá tranquilo
Parei contigo, contexto, baranga, é aquilo
Tá ligado na fita, tá sarado
Deu bode, deu mole qualé, vacilou
Tô na área, tá de bob, tá bolado
Babou a parada, mulher de tromba, sujou
"Toda hora tem gíria...
Sangue bom tem conceito, malandro e o cara aí
Vê me erra boiola, boca de sirí
Pagou mico, fala sério, tô te filmando
É ruim hem! O bicho tá pegando
Não tem caô, papo reto, tá pegado
Tá no rango mané, tá lombrado
Caloteiro, carne de pescoço, paga pau
Tô legal de você sete-um, gbo, cara de pau
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